"Entre as novas formas de evangelização, a internet é o novo forum que faz ressoar o Evangelho", afirma o nosso Papa Bento XVI em sua Encíclica Verbum Domini, pág. 202 Neste blog estão algumas reflexões feitas na WEB RÁDIO e na WEB TV SANTO ANTÔNIO, feitas por Frei Severino Fernandes de Sousa, OFM
quarta-feira, 4 de abril de 2012
PROGRAMA DO DIA 03 DE ABRIL DE 2012
WEB RÁDIO SANTO ANTÔNIO
www.webradiosantoantonio.org
E WEB TV SANTO ANTÔNIO
www.franciscanosne.com
Programa do dia 03 de abril de 2012.
Programa: A PALAVRA DE DEUS, NO ONTEM E NO HOJE DA HISTÓRIA.
Terças Feiras – das 9, 00 horas às 10, 00 horas.
Frei Severino Fernandes de Sousa, OFM
freiseverinofs@gmail.com
Oração: Deus Salvador, nós vos pedimos pelos internautas que estão nos escutando pela Web Rádio Santo Antônio, e estão nos vendo e escutando pela Web TV Santo Antônio; e iniciam agora uma reflexão sobre a Palavra de Deus na vivência dos nossos antepassados e na incidência do mundo moderno de hoje: mandi sobre todos nos o Espírito Santo. O Senhor Jesus venha nos visitar, e seja o único a falar à mente de todos, abra os corações à fé e conduza para Vós nossas almas. Deus das Misericórdias. Amém.
Vejamos algumas notícias: Notícia de Roma.
Via Sacra 2012: centralizada na família
O Papa Bento XVI escolheu os cônjuges focolarinos Anna Maria e Danilo Zanzucchi para a preparação das meditações da Via Sacra. É a primeira vez que esta responsabilidade é confiada a um casal.
No ano em que se realizará o VII Encontro Mundial da Família, em Milão (Itália), de 30 de maio a 3 de junho 2012, as reflexões que acompanham este tradicional evento da Sexta-feira Santa (6 de abril, no Coliseu), terão como tema a família.
Originários de Parma (Itália), os focolarinos casados Anna Maria e Danilo Zanzucchi – cinco filhos e 12 netos – são já consultores do Conselho Pontifício para a Família.
Estão entre os primeiros casais que seguiram o caminho da unidade aberto pelo carisma de Chiara Lubich, junto com Igino Giordani estiveram entre os primeiros colaboradores e animadores do Movimento Famílias Novas, ao qual continuam a dar a sua valiosa contribuição. Trata-se do “projeto de amplo alcance para família, que nasceu em 1967, do desejo de Chiara de levar novamente ao centro desta célula fundamental da sociedade, atualmente tão abalada pelos ventos da crise, o compromisso de amar-se reciprocamente, com uma atenção especial às famílias divididas ou desmembradas, aos divorciados, às viúvas, às crianças abandonadas, a todas as situações de marginalidade”, Lê-se em Città Nuova.
“Entramos nesta empresa – confessa Anna Maria – confiando-nos à Deus e à nossa união pessoal com Ele, para tentar dar a estes testos o timbre da vivência, mas também do pensamento amadurecido em tantos anos de experiência, em contato com milhares de casais do mundo inteiro”.
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Notícia do Distrito de Jacuípe da Paróquia de São Sebastião do Passé – BA.
O Apostolado da Oração do Distrito de Jacuípe, da Paróquia de São Sebastião do Passé, BA, está, no dia 24 de agosto deste ano, completando 108 anos de existência, em sua centenária Capela foi posta uma placa de bronze comprovando a vivencia da Palavra de Deus no ontem e no hoje da história, este apresentador da web Rádio Santo Antônio e da Web TV Santo Antônio, tem a alegria e a honra de ler para os internautas os dizeres desta placa:
“O Apostolado da Oração mediante o Coração de Jesus, o amor de Deus se faz próximo do coração do homem e de sua história.”
Parabéns a Coordenadora Maria de Jesus, a Catequista Rejane e todos os jacuipenses.
FAÇAMOS AGORA UMA REFLEXÃO SOBRE O QUE SÃO FRANCISCO DE ASSIS DIZ SOBRE OS PONTOS DA ESPIRITUALIDADE DO MOVIMENTO DOS FOCOLARES, FUNDADO PELA SRA. CHIARA LUBICH.
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São Francisco, aborda em seu contexto medieval o tema da ESCOLHA DE DEUS
1) A todos aqueles que querem servir ao Senhor na Santa Igreja Católica e Apostólica; a todas as ordens eclesiásticas, aos presbíteros, diáconos, sub-diáconos, leitores, demais clérigos, todos os religiosos e todas as religiosas; todos os jovens e crianças; os pobres e necessitados; os reis e os príncipes; os operários; os lavradores; servos e senhores; os jovens e anciãos; os sãos e os enfermos; os grandes e todos os povos; gentes, tribos e línguas; todas as nações e todos os homens em toda a face da terra, todos os que houve e os que haverá; humildemente rogamos e suplicamos nós todos, os frades menores, nós servos inúteis , que perseveremos todos na verdadeira fé e penitência..... amemos, de todo o coração, com toda a alma, com todo o espírito, com toda a nossa capacidade e força, com todas as virtudes do espírito e do corpo , com todo empenho, todo afeto, todas as entranhas, todos os desejos e vontades – o Senhor nosso Deus, que nos deu e nos dará a todos nós, todo o nosso corpo, toda a nossa alma e toda a nossa vida, que nos cumulou e nos cumula de todos os bens; nos criou e nos remiu e só por sua misericórdia nos salvará. .
2) Outra coisa não desejemos, nem queiramos, nem nos agrade, nem nos alegre, senão o nosso Criador e Redentor e Salvador, o único e verdadeiro Deus, que é o bem pleno, o bem completo, o bem inteiro, o sumo e verdadeiro bem, que só ele é bom , carinhoso e meigo, suave e doce, que só ele é santo, justo, verdadeiro, e reto, só Ele é benigno, inocente e puro, dele, por ele e nele é todo perdão, toda graça, toda glória de todos os penitentes e justos, de todos os santos que se alegram juntos no céu. Nada pois nos impeça, nos separe, se nos interponha. Em toda parte, em qualquer lugar, a toda hora e tempo, diária e continuamente, creiamos sincera e humildemente, e retenhamos no coração, e amemos, sirvamos, louvemos e bendigamos, glorifiquemos e sobreexaltemos, magnifiquemos e rendamos graças ao altíssimo e sumo Deus eterno, Trino e Uno, Pai, Filho e Espírito Santo, Criador de tudo o que existe, Salvador dos que nele creem e esperam e o amam, que não teve princípio nem terá fim, imutável, invisível, inenarrável, inefável, incompreensível, imprescrutável, bendito, louvável, glorioso, sobreexaltado, sublime, excelso, suave, amável, cheio de delícias e sempre inteiramente desejável acima de todas as coisas por toda a eternidade. .
3) Rogo e conjuro, eu, Frei Francisco, vosso mínimo servo,, pelo amor que é o próprio Deus , e desejando beijar-vos os pés que recebais estas e outras palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo com humildade e amor e as pratiqueis de boa vontade e com perfeição. .
4) Bem aventurado o religioso que não sente prazer nem alegria senão nas santas palavras e obras do Senhor e por elas conduz os homens em júbilo e alegria ao amor de Deus. .
5) Desde que abandonamos o mundo, outra coisa não temos a fazer senão empenhar-nos em seguir a Vontade de Deus e agradar a Ele. .
6) Irmãos, estejamos sempre na caridade, que é Deus. .
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São Francisco, aborda em seu contexto medieval o tema da
VONTADE DE DEUS
1) Renunciar a própria vontade por amor a Deus. .
2) Irmãos, vigiemo-nos muito a nós mesmos, a fim de não perdermos ou desviarmos do Senhor.
3) É ‘ vontade de Deus que sigamos as pegadas de Cristo , e que sejamos salvos por Ele, e O recebamos de coração puro e corpo casto.
4) Desde que abandonamos o mundo, outra coisa não temos a fazer senão empenhar-nos em seguir a Vontade de Deus. .
5) Oração de São Francisco: “Eterno Deus onipotente, justo e misericordioso, concedei-nos a nós míseros praticar por vossa causa o que reconhecermos ser a vossa vontade e querer sempre o que vos agrade, a fim de que, interiormente purificados, iluminados e abrasados pelo fogo do Espírito Santo, possamos seguir as pegadas de vosso Filho nosso Senhor Jesus Cristo e, por vossa graça únicamente, chegar até Vós, ó Altíssimo, que em Trindade perfeita e Unidade simples viveis e reinais por toda a eternidade.
6) Pela sua vontade Deus nos criou. .
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7) Não devemos nos apropriarmos de nossa vontade .
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São Francisco, aborda em seu contexto medieval o tema do AMOR A CADA PESSOA
1) Atendamos todos irmãos, o que diz o Senhor: “Amai os vossos inimigos e fazei o bem a todos os que vos odeiam” , pois também Nosso Senhor Jesus Cristo, cujas pegadas devemos seguir , chamou de ‘amigo’ o seu traidor e se entregou de livre vontade aos que o crucificavam. São pois nossos amigos todos aqueles que injustamente nos infligem tribulações e angustias, opróbrios e injustiças, dores e tormentos, martírio e morte. A esses devemos amar muito, porquanto pelo mal que nos fazem teremos a vida eterna. .
2) Bem aventurado o homem que suporta o seu próximo com suas fraquezas tanto quanto quisera ser suportado por ele se estivesse na mesma situação. .
3) Bem aventurado o servo que não fala por interesse de recompensa, nem manifesta tudo o que pensa nem é ‘precipitado no falar’ , mas calcula antes sabiamente o que deve dizer e responder. .
4) Os Frades, onde quer que estejam, recebam carinhosamente a todos, quer sejam amigo ou adversário, gatuno ou ladrão. .
5) Admoesto e exorto no entanto em Jesus Cristo que os Frades... rezem a Ele de coração puro, sejam humilde e paciente na perseguição e na enfermidade, amem aqueles que nos perseguem, repreendem e criticam porque assim é o ensinamento do Senhor.
6) São Francisco nutria uma verdadeira estima para com os Irmãos e Irmãs Franciscanos e Franciscanas, , e queria que todos os Irmãos assim agissem, por isto abençoou a todos os Frades, inclusive aos atuais Frades. .
7) Devemos amar os nossos inimigos . e fazer bem aos que nos odeiam. .
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São Francisco, aborda em seu contexto medieval o tema da PALAVRA DE VIDA
1) São Francisco sempre quis que os Frades vivessem o Evangelho , como ele também já iniciara esta experiência de viver o Evangelho e foi inspirado por Deus que os Frades deviam assimilar o Evangelho palavra por palavra, .
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2) Rogo e conjuro, eu, Frei Francisco, vosso mínimo servo,, pelo amor que é o próprio Deus , e desejando beijar-vos os pés que recebais estas e outras palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo com humildade e amor e as pratiqueis de boa vontade e com perfeição. .
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São Francisco, aborda em seu contexto medieval o tema do AMOR MÚTUO.
1) Onde quer que estejam os Frades e sempre se encontrem em algum lugar, devem respeitar-se e honrar-se espiritualmente e diligentemente, “uns aos outros, sem murmurações” .
2) Neste gênero de vida... todos sejam designados indistintamente como “frades menores”; e um lave os pés ao outro!. .
3) Se um dos irmãos cair doente, os outros irmãos o não abandonem, esteja onde for, designando um ou, se necessário, mais irmãos para o servirem como gostaria de ser servidos. ..
4) E um manifeste ao outro com confiança as suas necessidades, para que este lhe arranje o necessário e lhe sirva; e cada qual ame alimente o seu irmão como a
mãe ama e nutre o seu filho, , e o Senhor lhe dará a sua graça. .
5) Tratem-se os frades mutuamente conforme as palavras do Senhor: “Tudo que queirais que os outros os façam, fazei vós a eles.” , e ainda: “guardai-te de fazer a outrém o que não quererias que te fosse feito” .
6) Onde quer que os Irmãos estiverem e se encontrarem tratem-se uns aos outros como membros de uma só família; pois se uma mãe nutre e ama o seu filho carnal , com quanta mais motivação não deve alguém amar e nutrir o seu irmão espiritual?. E se algum deles cair doente, devem os outros servi-lo como gostariam de ser servidos. .
7) Bem aventurado o servo que tanta ama e respeita o seu confrade quando está longe como se estivesse perto nem diz na ausência dele coisa alguma que não possa dizer na sua presença sem lhe faltar à caridade. .
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BIBLIOGRAFIA
Cfr. Lc. 17, 10
Cfr. Dt. 6, 5
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, págs. 93 e 94 Nº 23 – de 10 a 35,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, Oração, louvor e ação de graças.
Cfr. Lc.18, 19
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, págs. 93 e 94 Nº 23 – de 10 a 35,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, Oração, louvor e ação de graças.
Cfr. 1 Jo. 4, 16
Cfr. Carta aos fiéis, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 173, 3ª edição, Ed Vozes,
1970,
Cfr. Cfr. Palavras de santa exortação a todos os Irmãos in Escritos de São Francisco de Assis,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, pág. 147, Nº 20; do religioso autêntico.
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 88 Nº 22 / 15, 3ª edição,
Ed Vozes, 1970, Admoestação dos Irmãos.
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, págs. 89 Nº 22 / 30, 3ª edição,
Ed. Vozes, 1970, Admoestação dos Irmãos. – 1 Jo. 4, 16
Cfr. A Regra definitiva dos Frades Menores, in Escritos de São Francisco de Assis, págs. 105
Nº 10 / 20, 3ª edição, Editora Vozes, 1970,
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 89 Nº 22 / 30, 3ª edição,
Ed Vozes, 1970, Admoestação dos Irmãos.
Cfr. 1 Pd. 2, 21
Cfr. Carta aos fiéis, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 165 / 30, 3ª edição, Ed
. Vozes, 1970,
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 88 Nº 22 / 15, 3ª edição,
Ed Vozes, 1970, Admoestação dos Irmãos.
Cfr. Carta ao Capítulo dos Frades Menores, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 156;
3ª edição, Ed Vozes, 1970,
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 92 Nº 23/5, 3ª edição, Ed
. Vozes, 1970, Oração, louvor e ação de graças.
Cfr. Palavras de santa exortação a todos os Irmãos in Escritos de São Francisco de Assis,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, pág. 139, Nº 2/15; do vício da própria vontade.
Cfr. Mt. 5, 44
Cfr. 1 Pd. 2, 21
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 94; Nº 5 a 30,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, Oração, louvor e ação de graças.
Cfr. Palavras de santa exortação a todos os Irmãos in Escritos de São Francisco de Assis,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, pág. 146, Nº 18 / 10; da paciência para com o próximo.
Cfr. Prov. 29, 20
Cfr. Palavras de santa exortação a todos os Irmãos in Escritos de São Francisco de Assis,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, pág. 147, Nº 21 / 10; do religioso frívolo e loquaz.
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 75; Nº 7 / 15 3ª edição, Ed.
Vozes, 1970,
Cfr. Mt. 5, 4; M5,. 5, 10; Mt. 10, 22
Cfr. A Regra definitiva dos Frades Menores, in Escritos de São Francisco de Assis, págs. 106
Nº 10 de 10 a 20, 3ª edição, Editora Vozes, 1970,
Cfr. A forma de vida para as Irmãs de Santa Clara, in Escritos de São Francisco de Assis,
pág. 110, 3ª edição, Ed. Vozes, 1970, in Escritos de São Francisco de Assis.
Cfr, Testamento de Sena, in Escritos de São Francisco de Assis, pág. 111, 3ª edição, Ed.
Vozes, 1970,
Cfr. Lc. 6, 27
Cfr. Carta aos fiéis, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 168, Nº 7, 3ª edição, Ed Vozes,
1970,
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 67 e 68 Nº 20, 3ª edição,
Ed. Vozes, 1970, e confira também Regra definitiva dos Frades Menores, in Escritos de
São Francisco de Assis, págs. 98 e 99, Nº 20, 3ª edição, Editora Vozes, 1970, Cfr. ainda
Carta ao Capítulo dos Frades Menores, in Escritos de São Francisco de Assis, págs. 150 e
151, 3ª edição, Editora Vozes, 1970,
Cfr. Escritos e biografia de São Francisco de Assis, crônicas e testemunhos do primeiro século
franciscano, Editora Vozes, pág. 481, Legenda Maior de São Boa Ventura, cap. 4,
progressos da Ordem sob a sua direção e confirmação da Regra aprovada anteriormente..
Cfr. Escritos e biografia de São Francisco de Assis, crônicas e testemunhos do primeiro século
franciscano, Editora Vozes, pág. 435, segundo livro de Celano, cap. 159, Uma visão que
recomenda a regra; Confira também Cfr. Escritos e biografia de São Francisco de Assis,
crônicas e testemunhos do primeiro século franciscano, Editora Vozes, pág. 489, Legenda
Maior de São Boa Ventura, cap. 4 Nº 11, progressos da Ordem sob a sua direção e
confirmação da Regra aprovada anteriormente..
Cfr. 1 Jo. 4, 16
Cfr. Carta aos fiéis, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 173, 3ª edição, Ed Vozes,
1970,
Cfr. 1 Pd. 4, 9
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 75; Nº 7 / 15 3ª edição, Ed.
Vozes, 1970, do modo de servir e trabalhar.
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 74; Nº 6 / 5 e 10; 3ª edição,
Ed. Vozes, 1970, que os Irmãos podem recorrer aos Ministros.....
Cfr. Mt. 7, 12
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 78; Nº 10 / 30 3ª edição,
Ed. Vozes, 1970, da esmola
Cfr. 1 Tess. 2, 7
Cfr. Regra Não bulada, In Escritos de São Francisco de Assis, pág. 78; Nº 9 / 5; 3ª edição,
Ed. Vozes, 1970, da esmola.
Cfr. Regra não bulada, in Escritos de São Francisco de Assis, pág. 71
Nº 4 / 25-30, 3ª edição, Editora Vozes, 1970, Dos Ministros e dos demais Irmãos em suas
relações mútuas.
Cf`r. Mt. 7, 12
Cfr. Tb. 4, 16
Cfr. A Regra definitiva dos Frades Menores, in Escritos de São Francisco de Assis, págs. 103
Nº 6 / 20 e 25, 3ª edição, Editora Vozes, 1970,
Cfr. 1 Tess. 2, 7
Cfr. Mt. 7, 12
Cfr. Palavras de santa exortação a todos os Irmãos in Escritos de São Francisco de Assis,
3ª edição, Ed. Vozes, 1970, pág. 145, Nº 24,
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